Alzheimer e aprender um novo idioma

Como aprender um novo idioma pode reduzir minhas chances de ter Alzheimer

Aprender um novo idioma tem inúmeras vantagens: pode aproximar você do sonho de falar uma nova língua com fluência, conectar a outras pessoas, abrir oportunidades profissionais e várias outras coisas.

O que poucas pessoas sabem é que as vantagens vão muito além das tradicionais e já conhecidas. Você sabia que aprender uma nova língua pode reduzir suas chances de ter Alzheimer? Impressionante, não é? Saiba mais sobre o assunto na postagem de hoje.

O que é Alzheimer, afinal?

A doença de Alzheimer ficou mais conhecida nos últimos anos, mas, ainda assim, muitas pessoas ainda não sabem o que ela realmente é. A enfermidade não tem cura e vai piorando com o passar do tempo, mas pode ser tratada.

A maioria das vítimas são as pessoas mais velhas e é depois dos 50 que elas começam a apresentar um grau de demência e esquecimento. Na verdade, o que acontece mesmo é a perda ou comprometimento das funções cognitivas (orientação, atenção, memória e linguagem).

Tudo isso por conta da morte de algumas células cerebrais, portanto, quanto mais rapidamente o diagnóstico for feito, melhor.

Como me prevenir?

Se você ficou um pouco apavorado, é bom saber que não precisa! Depois de muitos estudos, já ficou comprovado que a doença é muito influenciada pelos genes, mas podem ganhar ainda mais força dependendo do estilo de vida de cada um.

Justamente por isso, é tão importante realizar atividades e ter hábitos que mantenham seu cérebro sempre ativo e saudável. Pense que seu cérebro funciona como se fosse um músculo e, no final das contas, a sua atividade está associada à reserva cognitiva que você constrói no desenvolver da sua vida. Acredite: você ainda vai se agradecer por isso!

Como uma segunda língua pode me ajudar?

Entre esses exercícios intelectuais, aprender uma nova língua está entre os mais importantes. Segundo pesquisas desenvolvidas em vários países, o cérebro de quem é bilíngue funciona melhor e por mais tempo, prevenindo o desenvolvimento da doença.

Isso acontece porque o bilinguismo promove uma diferença cerebral. Por conta disso, quando você aprender um novo idioma, var exercitar também uma parte do cérebro conhecida como controle executivo. Se você não sabe o que é isso, a região envolve partes do córtex pré-frontal e outras áreas, considerando sempre a capacidade de pensar de maneira mais complexa e elaborada. Ou seja, tem um papel muito importante no pensamento humano e atenção das pessoas.

Além disso, aprender um novo idioma é uma forma eficiente de estimular a mente e obter ganhos para a saúde.

Outras pesquisas

Uma pesquisa mais elaborada analisou o funcionamento do cérebro de 450 pacientes que já tinham sido diagnosticadas com a doença. Metade desse grupo era bilíngue e a outra metade não.

Embora todos tenham a mesma doença e a mesma disfunção, os que eram bilíngues foram diagnosticados mais ou menos 4 anos mais tarde, ou seja, os sinais começaram a aparecer depois. Isso representa uma diferença e tanta para quem é impactado pela doença.

E não é só isso! Além do diagnóstico, as pessoas bilíngues também começaram a sentir os sintomas mais de 5 anos depois de quem só falava uma língua. Ou seja, quando eles têm o mesmo nível de comprometimento das funções, estão 4 ou 5 anos mais velhos. Temos que concordar que isso também é de grande ajuda. Ou seja, ser bilíngue diminui os efeitos da doença e faz com que você sinta os seus reflexos mais tarde.

Varreduras cerebrais

Exames mais completos e feitos por meio de uma varredura no cérebro de alguns pacientes mostraram que os indivíduos bilíngues podem revelar uma deterioração mais avançada do cérebro.

Se você pensa que isso é ruim, entenda que essa diferença não é sentida ou visível no comportamento e habilidades. Ou seja, as pessoas seguem tendo um estilo de vida de quem tem a doença no começo ou pouco avançada – o que é ótimo!

O que se provou é que, quando a doença começa a comprometer a região cerebral, quem é bilíngue pode sair na frente. Os cérebros destas pessoas podem continuar funcionando normalmente. Uma proteção e tanta, não é?

Na verdade, falar duas ou mais línguas não significa que você fica imune ou com alguma prevenção contra a doença. Entretanto, você pode lidar melhor com ela e sentir menos impactos.

Agora você já sabe que aprender um novo idioma pode ser um grande aliado nesse processo de preservar seu cérebro. Por isso, não deixe de considerar a possibilidade. Aproveite agora mesmo e conheça o nosso método para aprender inglês de forma rápida e inovadora. Com ele, você irá garantir muitos benefícios para você e sua saúde.

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