tipos de visto americano

Tipos de visto americano: entenda as diferenças

Quem tem o sonho de colocar os pés nos EUA sabe que precisa passar por um processo indispensável: conseguir um dos tipos de visto americano. É claro que isso depende muito do seu objetivo no país. Só para você ter ideia, existem mais ou menos uns 20 tipos diferentes.

Embora muitas pessoas fiquem com medo, o processo é bem simples, sem muita complicação. Pensando em esclarecer um pouco melhor quais são os tipos mais comuns de visto americano, criei uma postagem esclarecedora sobre o assunto.

Portanto, se está planejando uma visita à terra do Tio Sam e quer saber qual é o visto mais indicado para o seu caso, não deixe de ler o post de hoje até o final. Vamos nessa?

O processo do visto

Antes de entrar no detalhe de cada um dos tipos de visto americano é importante saber algumas coisas. Hoje os EUA contam com CASV – uma Central de Atendimento ao Solicitante de Visto. É por meio deles que o processo acontece em vários países.

Como você deve imaginar, essa medida foi responsável por deixar tudo mais rápido e fácil. Depois que descobrir qual é o tipo de visto ideal para você, lembre-se que é ao CASV que deve se dirigir! Para saber mais detalhes, leia outras dicas no post sobre processo de visto para os EUA.

Os tipos de visto americano existentes

Agora sim vamos partir para aqueles que são mais comuns e acionados por quase 100% dos casos:

Visto americano tipo B1

Esse é um dos tipos de visto americano mais comuns. Ele é muito solicitado para quem precisa entrar no país para negócios e estudos acadêmicos.

No caso dos negócios, ele pode ser explorado por quem faz viagens, podendo participar de salões de exposição, feiras internacionais e outros trabalhos desse tipo. Os famosos trabalhos voluntários também podem ser feitos com essa modalidade de visto.

Quem vai para estudar em solo americano deve optar pelo visto de estudante (o F1), mas podem existir algumas exceções. Se você vai palestrar ou ser um orador em algum tipo de conferência, por exemplo, o visto B1 é mais que suficiente.

A regra vale para quem é pesquisador e estagiário, mas os envolvidos não devem receber nenhum tipo de remuneração pelo serviço prestado.

Visto americano tipo B2

Esse tipo de visto é usado para turismo e tratamento médico nos Estados Unidos. Para isso, os interessados precisam preencher o formulário DS-160, pagar uma taxa de obtenção do visto e já ter um passaporte válido.

É preciso ainda apresentar alguns documentos, fazer uma identificação pessoal detalhada e, em alguns casos, até seguir para uma entrevista mais elaborada.

Mas nada de desespero! De uma forma geral, tudo que eles querem é entender o que leva você a querer visitar o país.

Visto americano tipo F1

Como adiantamos acima, esse é o visto para estudantes. Se você sonha em fazer faculdade, high school ou os famosos cursos de inglês, então é desse tipo de visto que vai precisar!

Esse processo é um pouco mais detalhado. A escola americana precisa emitir um formulário conhecido como I-20. Ele é conhecido como a “Certidão de Elegibilidade” – o que significa que o aluno está apto para estudar lá.

Esse documento registra o aluno em um sistema conhecido como SEVIS e ajuda muito os outros procedimentos. Quando vai para a entrevista, por exemplo, tudo pode ser bem mais rápido se você apresentar o I-20.

Visto americano tipo H

Para fechar nossa lista com os tipos de visto americano mais comuns, vamos falar do tipo H. Ele é usado por quem foi contratado por uma empresa americana para trabalhar por lá.

A empresa precisa alegar que não encontrou ninguém tão qualificado como esse candidato e, por isso, opta pela entrada dele do país. Para isso, é fundamental fazer uma petição de trabalho ao serviço de imigração dos EUA.

Seguindo o mesmo propósito, existe também o tipo de visto americano L. Ele é explorado por aqueles que precisam prestar um trabalho temporário por causa de transferência (uma realidade muito comum em empresas multinacionais).

Agora você entende quais são alguns dos tipos de visto americano mais comuns, não é mesmo? Para não errar, a dica é se informar com a embaixada e consulado para fazer tudo certinho.

Faça tudo com antecedência, pois assim você não perde os prazos ou passa aperto nos preparativos. E você, conhece outros amigos que precisam saber um pouco mais sobre esse assunto? Então compartilhe o post nas redes sociais e marque os interessados. Nos encontramos por lá!

Comentários